Preços de hortifrutis segue nas alturas

Fatores diversos como entressafra e inflação somam no preço final

Jorge Guimarães 

Com o alto preço dos hortifrutis, mediante fatores como a inflação, a safra e a guerra entre Rússia e Ucrânia, que encarece os fertilizantes, os consumidores estão pensando duas vezes na hora de encher o carrinho. Como se não bastasse, os preços de alguns produtos dispararam com os bloqueios nas estradas. Assim, ir ao supermercado ou sacolão não tem sido uma tarefa fácil nos últimos dias. O consumidor precisa procurar onde os alimentos estão mais em conta, pois os preços subiram muito. 

Preços

Segundo apurou a reportagem, alguns itens básicos, como a batata, tomate e a cebola tiveram seus preços bastantes elevados. Em loja de rede de supermercados, ontem, o quilo do tomate longa vida era comercializado a R$ 6,99, mesmo preço da batata.  O da cebola branca estava em R$ 7,99 e da roxa em R$ 6,99. Já o pimentão era comercializado a R$ 9,90, da beringela, R$ 5,99 e o quilo do jiló era vendido por R$ 6,99. Mas também tinha produtos com preços baixos como a cenoura vermelha e a beterraba que saíam por R$ 1,99.

Do lado das frutas o limão tahiti, que até pouco tempo era vendido na casa dos R$ 4 agora sai por R$ 7,99. A mesma ele ação que teve o mamão havaí e o formosa que estão com o preço em R$ 9,90, mesmo preço também que é vendido o quilo da maçã gala. 

— Fatores como a entressafra sempre tiveram interferência no preço final ao consumidor. Já com os bloqueios nas estradas, muitos outros itens se perderam, o que fez com a oferta diminuísse e como consequência o preço tivesse uma alta. Mas já está tudo voltando à normalidade e os produtos estão sendo ofertados dentro do esperado para essa época do ano — avaliou o gerente, Walter Wagner. 

Para a dona de casa Inês Castro, a solução, em meio a tantas altas, é comprar o básico e em pouca quantidade para não sobrar. 

— Faço minha pesquisa e compro só que está em promoção e em quantidade mínima. Venho toda semana para comprar o que está na promoção — disse.

Sacolão

A reportagem esteve também em um tradicional sacolão da cidade, onde constatou que o preço geral até o sábado é de R$ 4,99 e, no domingo, ele sai a R$ 3,50. 

— Mas temos que tomar cuidado nas pesquisas. Aqui sempre tem um ou outro produto que está mais caro que em lojas de supermercados. Tem que aproveitar e levar os produtos de melhor qualidade e ficar atenta aos preços — observou a escriturária, Maria de Fátima Souza. 

 

Foto: Jorge Guimarães

Consumidores estão pesquisando ainda mais na hora de encher o carrinho 

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