O ano virou…

(Gisele)

 

O ano virou…

mas muitas esperas continuam. No caso do Hospital Regional Divino Espírito Santo, por exemplo, o divinopolitano terá mais meses de espera. Conforme anunciou o prefeito Gleidson Azevedo (PSC) no fim do ano passado, o processo avançará apenas em meados deste ano. “Antes tarde do que nunca”, é o lema da cidade enquanto aguarda os trâmites burocráticos avançarem. Desta vez, a falta de recursos não é mais argumento, tendo em vista a indenização bilionária paga pela Vale em decorrência da tragédia do rompimento da barragem em Brumadinho. 

 

Copasa

Os moradores da cidade também aguardam posicionamento oficial da Prefeitura sobre a decisão da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) de recorrer da rescisão do contrato assinado em 2011. Caso os argumentos de defesa não sejam aceitos, anunciou o Executivo na última semana, o acordo seria quebrado e a estatal permaneceria na cidade apenas até o fim do processo de contratação de nova empresa. A Copasa já anunciou que, caso a decisão se conforme, poderá acionar a Justiça. A atual administração se baseia em evidências coletadas por uma comissão interna montada em agosto do ano passado para avaliar a regularidade da prestação do serviço. Durante o processo, justifica, notou-se o descumprimento de determinados pontos, como desabastecimento de água e desrespeito ao cronograma de obras. 

 

Resultados positivos

Estudos preliminares apontam para a eficácia da resposta do sistema imunológico dos vacinados ou infecções anteriores contra a ômicron, nova variante da covid-19. Por isso, mesmo com taxa rápida de transmissão, a nova mutação tem provocado menor número de hospitalizações e óbitos do que em outras ondas da doença. Assim, mesmo contaminada pelo ômicron, a pessoa tem baixas chances de desenvolver os sintomas graves da doença.

 

Redução

Outra boa notícia é a nova queda das internações em Divinópolis. O índice de leitos exclusivos para covid-19 na cidade caiu de 30% para 20% entre segunda e terça. Resultado para continuar com boas expectativas neste início de 2022, claro. Mas é também para ratificar a necessidade de não se abrir mão das medidas preventivas e, muito menos, da vacina. É graças a essas medidas, seguidas à risca por quem tem consciência, que os números estão baixando. Sigamos confiantes, mas cautelosos também. 

 

Não faltam 

Exemplos que ilustram que o cenário ainda preocupa podem ser vistos no Brasil e mundo afora. Mais próximo, a transmissão da covid em Belo Horizonte registrou ligeira queda. No entanto, a melhora não foi suficiente para mudar a escala de alerta. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) diz que o indicador permanece na zona amarela. Em alerta está a ocupação das UTIs que teve aumento nos últimos dias, saltando de 60,7% para 64,2%. Nos Estados Unidos, pela primeira vez desde o início da pandemia, o país contabilizou mais de 1 milhão de infectados pela covid em apenas um dia. Também foi a primeira vez que o mundo registrou mais de 2 milhões de novos casos em apenas um dia. O recorde anterior havia sido em 30 de dezembro de 2021, quando foram contabilizados mais de 1,9 milhão de infectados. É ou não é motivo para ter ainda se ter muita cautela?

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