Guarani se movimenta em busca de soluções para seus problemas

Em encontro nesta semana, conselheiros traçam metas para viabilizar novamente a vida do Bugre

 

José Carlos de Oliveira

Face ao grave momento do clube e às incertezas quanto ao seu futuro, o Conselho Deliberativo do Guarani Esporte Clube voltou a se reunir nesta semana. O grupo já tomou decisões importantes, que podem impactar na vida do clube de Porto Velho e tornar o Tamanduá novamente uma realidade. 

Entre as definições que chamam mais a atenção, uma é a existência de grupos de empresários interessados em assumir o clube. Outra decisão é a de que a eleição para a diretoria executiva do clube será convocada assim que Robson Luís de Camargos deixar o cargo vago, o que deve acontecer nos próximos dias, quando cumprir os compromissos já assumidos com a Copa Brasileirinho Sub-17 e a Super Copa Ouro de Futebol de base.  

 

Liberação de atletas

Entre os pontos destacados na nota do conselho, outro assunto que merece atenção é a liberação de atletas para outros clubes do Brasil, sem que o Bugre receba nenhum centavo. Essa situação somente acontece porque o clube não mantém contrato com os jogadores de base, o que apenas pode ser resolvido quando tiver uma diretoria forte, em condições de assumir os compromissos financeiros do clube. Para que isso seja realidade, os dirigentes precisam contar com o apoio e o respaldo da comunidade, dos empresários e dos políticos da cidade. 

Na nota, os conselheiros explicam ainda a liberação dos atletas.

— Resolveu-se pela liberação dos atletas Sassá, para o Goiás, e Tiago Costa, para o Brasil de Pelotas. Embora ambos pertençam à base do Guarani, não há possibilidade de o clube auferir ganhos financeiros com a transferência dos atletas, pois não há contrato profissional. A decisão, portanto, baseou-se na importância em permitir que os jovens atletas sigam sua vida livremente — informou. 

 

Eleições 

No encontro, os conselheiros definiram que a convocação para uma nova eleição para a diretoria executiva do clube será feita dentro das normas legais, no prazo estatutário de 60 dias, assim que se confirmar a vacância do cargo, com a saída do atual presidente, o que deve se concretizar nas próximas semanas.  

 

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