Governo de Minas reforça a frota das forças de segurança

Mais de R$ 30 milhões foram investidos para a aquisição de viaturas

 

Da Redação

O governador Romeu Zema participou, na última semana, do evento de entrega de 333 novos veículos para as Forças de Segurança de Minas Gerais. As viaturas serão incorporadas ao trabalho da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros em cerca de 200 municípios, reforçando a segurança no estado.

Ao todo, foram destinados mais de R$ 30 milhões para a aquisição dos veículos, vindos, principalmente, de emendas parlamentares. O governador destacou o investimento e ressaltou a importância do trabalho em conjunto para reforçar a segurança de Minas.

— Hoje é um momento de gratidão. Agradeço aos deputados federais e estaduais que proporcionaram essa entrega e que já proporcionaram outras no passado. Tenho certeza de que esses parlamentares vão continuar fortalecendo as Forças de Segurança de Minas. Foi dessa forma que conseguimos avançar e nos tornar o estado mais seguro do Brasil. É um trabalho em conjunto. Juntos nós podemos muito e estamos neste caminho — disse o governador.

 

Parceria

O secretário de Estado de Governo, Igor Eto, que participou das entregas, também agradeceu o apoio dos deputados federais e estaduais que indicaram as emendas para o fortalecimento da segurança pública em Minas Gerais. 

— A segurança pública é feita nos municípios. Poder levar mais segurança para cada um dos nossos 853 municípios em apoio aos nossos prefeitos é motivo de muito orgulho para nós. Minas Gerais foi eleito como o estado mais seguro do país. Isso é fruto de muito trabalho integrado do Executivo, com os comandos das Forças de Segurança, com nossos parlamentares e prefeitos — afirmou.

 

Reforço na segurança

Ao todo, a Polícia Militar receberá 236 viaturas para beneficiar 159 municípios. A maior parte será destinada ao interior de Minas. O investimento foi de R$ 19,8 milhões. Já para reforçar a frota da Polícia Civil, o Governo investiu R$ 6,3 milhões. Foram adquiridos 66 veículos da marca Renault, modelo Logan. No total a medida contempla 17 Departamentos de Polícia Civil, incluindo a região metropolitana da capital e o interior, que receberão novas viaturas.

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) receberá 31 veículos, incluindo 25 Unidades de Resgate e seis de auto salvamento leve, somando R$ 6,1 milhões. Belo Horizonte, Vespasiano, Sete Lagoas, Uberaba, São João del-Rei, Governador Valadares e Poços de Caldas estão entre as cidades contempladas. Neste ano o CBMMG já tinha recebido outras 23 viaturas, com recursos provenientes de emenda parlamentar, convênio federal ou também do acordo com a Vale.

 

Balanço de segurança

Mais cedo, também no Prédio Tiradentes, em Belo Horizonte, o governador participou da apresentação dos dados da segurança pública em Minas Gerais, apresentado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Minas Gerais encerrará o ano de 2021 com redução nos principais indicadores de criminalidade.

Os índices analisados pelo Observatório de Segurança Pública da Sejusp mostram queda de 20,6% na taxa de crimes violentos em relação ao mesmo período do ano anterior. Isso representa 8 mil crimes a menos cometidos no estado este ano.

Os dados de criminalidade violenta, disponíveis para consulta no site da Sejusp, mostram também que o estado tem os menores números de criminalidade violenta da última década: em 2012 (janeiro a novembro) foram registrados 74.788 crimes violentos; no mesmo período deste ano, foram 33.802 registros. Em dez anos, a criminalidade violenta em Minas Gerais sofreu redução de 54%.

Zema destacou, ainda, que a segurança é um dos pilares para o desenvolvimento de um estado. 

— O desenvolvimento não é uma bala de prata que só ocorre com uma ação. É preciso de infraestrutura adequada, de pessoas qualificadas, de um sistema de saúde que funcione adequadamente para que as pessoas tenham condição de trabalhar em paz e tranquilidade e, também, segurança. Nenhuma empresa que vai investir quer ir para onde a criminalidade predomina — finalizou o chefe do Executivo.

 

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