Breno Mourão é condenado a 16 anos e 10 meses de prisão

Filho do empresário é acusado de arquitetar a morte do pai, Dinho Mourão, assassinado em 2010

Da Redação

Onze anos depois, Breno Mourão acusado de planejar o assassinato do próprio pai, o empresário Geraldo Lucchese Mourão, conhecido como Dinho Mourão, foi condenado. O julgamento foi nesta quinta-feira, e devido à repercussão do caso, o salão do júri ficou lotado para acompanhar a sessão que começou às 8h. Por volta de 17h30, saiu a sentença: 16 anos e dez meses de prisão, mas recorrerá em liberdade. Apesar do grande apelo da acusação que teve um assistente contratado por uma irmã de Dinho Mourão atuando junto à promotora, que pediram 40 anos de prisão, a pena foi bem mais leve. A defesa de Breno formada por dois advogados nomeou os argumentos da acusação de, sem fundamentos e pediram a absolvição, não conseguiram o objetivo, e vai recorrer.

Entenda o caso

'Dinho Mourão', tinha 71 anos, quando foi encontrado morto às margens da MG-050 no dia 12 de agosto de 2010. Quando foi encontrado, estava dentro do carro ainda com o cinto de segurança. O corpo apresentava perfurações na cabeça e no peito. Ao concluir as investigações à época, a Polícia Civil (PC) revelou que Breno Mourão, filho do empresário, seria o mandante do crime e que dois rapazes que foram a julgamento, um bom tempo depois, seriam os executores.

Cinco anos depois, os dois acusados, após cerca de 15 horas de júri, foram condenados. Um a 23 anos e outro a 26, pegaram 14 anos de prisão em regime fechado. Um deles pôde recorrer da sentença em liberdade. Já outro, só ficou preso porque cumpria pena por outro crime.

Quando foi morto, Dinho Mourão morava há poucos meses em um motel de propriedade da família.

Dinho Mourão tinha 71 anos quando foi morto

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