Faturamento com as exportações cai em janeiro

Pablo Santos

Após atingir o segundo melhor ano da história, as exportações divinopolitanas tiveram um início pífio. O Ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços (MDCI) apontou declínio de quase 85% das vendas para o exterior no primeiro mês do ano, quando comparado ao mesmo período de 2019. Estados Unidos e Colômbia são os principais parceiros comerciais de Divinópolis. 

Conforme os números do órgão federal, foram exportados, em janeiro deste ano, US$ 2,8 milhões de itens. No mesmo período do ano passado, foram US$ 20 milhões, o que representa o declínio de 85%.

Três países fizeram o maior volume de negócios no mês passado. Dos US$ 2,8 milhões, Estados Unidos comprou 30%, acompanhado por Colômbia (26%) e do Reino Unido (25%). A Tailândia, por sua vez, comprou 10%.

O produto com maior volume enviado para o exterior foi o ferro fundido bruto e ferro spiegel, com 43%. Barras de ferro ou aço não ligado (26%) e sangue para preparo de medicamentos (25%) foram os outros dois itens com maior percentual comercializado para o mercado externo.    

 2020

O resultado deste ano é bem inferior à média alcançada em 2019. Em todo o ano passado, foram exportados US$ 228 milhões, uma média de US$ 19 milhões por mês.

Divinópolis ficou, em 2019, na 30ª posição em Minas Gerais e na 171ª colocação no Brasil no ranking das exportações. O desempenho foi o segundo melhor da história em vendas para o exterior. A performance perde somente para 2008, quando o faturamento com as exportações chegou a US$ 318 milhões, de acordo com o MDCI.

O faturamento de 2019 ultrapassou o de 2005, quando as empresas divinopolitanas enviaram para o exterior US$ 220 milhões em itens.

Outro bom ano de faturamento foi em 2017. As empresas venderam para o mercado externo US$ 193 milhões. Em 2018, o desempenho foi parecido: US$ 191 milhões de negócios com as exportações, conforme O MDCI.

 

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