Afonso Gonzaga deixará presidência da Regional Centro-Oeste da Fiemg

 Jorge Guimarães 

A eleição para homologar a nova diretoria da Fiemg/Regional Centro-Oeste, que toma posse no dia 25 de maio, ocorreu na terça-feira, 6. Quem agora ficará à frente da regional é o atual vice-presidente da entidade e presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Formiga (Sindivesf), o empresário Paulo César Rodrigues das Costa. Ele ficará no comando pelos próximos dois anos.

Já o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Divinópolis (Sinvesd), Marcelo Marcos Ribeiro, assume como diretor regional, depois de ser aprovado por assembleia a se realizar no dia 26 de maio. Marcelo Ribeiro assume como diretor regional no lugar de Paulo César nos dois últimos anos de mandato (2020/2021).

– Tudo na vida tem um ciclo a ser cumprido. Assim, a entrada de pessoas com novas ideias sempre será benéfica em todos os setores. Tenho certeza de que eles terão todo o sucesso, pois são empreendedores e com visão – analisa Afonso Gonzaga.

 Números

 Afonso Gonzaga deixa o cargo de presidente no dia 24 de maio, depois de 16 anos à frente da regional da entidade máxima patronal de Minas Gerais.

Em entrevista coletiva na tarde ontem, no auditório da Fiemg Centro-Oeste, Afonso expôs os números atuais da instituição. A entidade representa indústrias da região que, em valores do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014 (últimos dados disponíveis), registraram a marca de R$ 33 bilhões.

A regional abrange 76 municípios, com população de 1.526.568 (números de 2017). Atende a 7.971 indústrias, que geram 121.074 empregos.

 Setores

 Os principais setores representados na Fiemg Centro-Oeste são os segmentos de adubos, automotivo, calçados e blusas, confecção e têxtil, ferro-gusa, fundição, laticínios, móveis, cerâmicas vermelhas, fogos de artifícios, cal e construção civil.

 Ensino 

A regional tem também 11 unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e quatro do Serviço Social da Indústria (Sesi), nas quais 140 mil alunos foram certificados. Tem ainda R$ 135 milhões investidos em obras, com um custeio anual de R$ 36 milhões.

 

 

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